quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Aula de Campo de Letras – 27 de novembro de 2010

Programação
8h - Saída do ônibus de Campinas para São Paulo - Local: Banco do Brasil da Av. Francisco Glicério ao lado da PUC-Central.
10h às 12h - Exposição "Fernando Pessoa, plural como o universo” no Museu da Língua Portuguesa.
12h às 14h – Deslocamento do Museu da Língua Portuguesa até o Parque Ibirapuera, Bienal de São Paulo.
14h15 às 15h35 – Visita Guiada a 29ª Bienal de São Paulo.
16h - Saída do ônibus de São Paulo para Campinas. Local: Parque Ibirapuera – Bienal de São Paulo.

Lembretes e dicas
• O transporte e as entradas do Museu da Língua Portuguesa e da Bienal são gratuitas, porém você terá despesas com a alimentação.
• Use sapatos e roupas confortáveis, em São Paulo é sempre bom ter um casaco!
• As exposições contam com apoio de Educadores que podem responder as dúvidas surgidas durante a visita.
• Conheça os sites do Museu da Língua Portuguesa e da 29ª Bienal de São Paulo e amplie as possibilidades da sua visita.

Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, é um ponto de encontro com a língua, a literatura e a história, onde encontramos ao invés de paredes, vozes e no lugar de obras, espaços interativos. O Museu proporciona uma viagem sensorial e subjetiva pela língua portuguesa, guiada por palavras, autores e pessoas do Brasil.
No 1º andar, na sala dedicada às exposições temporárias, ocorre até 30 de janeiro de 2011 a exposição "Fernando Pessoa, plural como o universo".

A 29ª Bienal de São Paulo está ancorada na idéia de que é impossível separar a arte da política. Essa impossibilidade se expressa no fato de que a arte, por meios que lhes são próprios, é capaz de interromper as coordenadas sensoriais com que entendemos e habitamos o mundo, inserindo nele temas e atitudes que ali não cabiam e tornando-o, assim, diferente e mais largo. Os Terreiros idealizados por artistas e arquitetos convidados são espaços de convivência, reservados aos momentos de pausa do público e também às atividades diversas, como performances, projeções e leituras. São seis Terreiros que ressaltam a presença profunda da arte na vida: O outro, o mesmo, A pele do invisível, Eu sou a rua, Dito, não dito, interdito, Lembrança e esquecimento e Longe daqui, aqui mesmo.

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